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Mais de US$ 7 bilhões em janeiro: Brasil tem déficit recorde em transações correntes

imagesCAQB3LD4O Brasil iniciou o ano com déficit em transações correntes de US$ 7,086 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Banco Central (BC). O resultado de janeiro é maior do que o projetado pelo BC para o mês, de US$ 6,7 bilhões. No mesmo período de 2011, houve resultado negativo de US$ 5,584 bilhões. O déficit em transações correntes no mês passado é o maior registrado pelo BC na série histórica.

A conta de transações correntes registra as compras e vendas de mercadorias e serviços. Nesse cálculo, estão as exportações e importações, que formam a balança comercial, com déficit de US$ 1,292 bilhão, em janeiro. A balança de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos e outros) também ficou negativa, em US$ 3,397 bilhões.

Na conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), o resultado negativo ficou em US$ 2,575 bilhões. As transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o País faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) registraram ingresso líquido de US$ 178 milhões.

Quando o País tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da sua renda, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado do exterior.

Em janeiro, o investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, não foi suficiente para cobrir esse resultado negativo. Esses investimentos ficaram em US$ 5,433 bilhões, acima do previsto pelo BC para o mês (US$ 4,5 bilhões). Outra forma de financiar o déficit em transações correntes, os investimentos estrangeiros em carteira (ações e títulos de renda fixa) chegaram a US$ 4,932 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

 
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Publicado por em 24/02/2012 em simex, simexweb

 

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Turistas brasileiros ocupam 68% dos leitos em hotéis cariocas no carnaval

Pesquisa divulgada ontem (17) pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis Seção Rio de Janeiro (ABIH-RJ) mostrou que o turista brasileiro fez 68% das reservas dos leitos cariocas durante o carnaval.

carnavalSegundo o vice-presidente da ABIH-RJ, Paulo Michel, a crise econômica internacional, sobretudo na Europa, causou a mudança no perfil do turista. “Este ano, a maior parte das reservas foi feita por turistas domésticos. Essa é uma inversão que a gente está percebendo. A tradicional festa do carnaval, que sempre foi internacional para a gente, este ano está se mostrando mais nacional”.

De acordo com a pesquisa, os hotéis de três e quatro estrelas lideram a ocupação no município do Rio de Janeiro, com média de 92,65% dos quartos ocupados. O resultado supera o dos hotéis de cinco estrelas, cuja ocupação atinge 83,63%.

Apesar disso, Michel considerou que a ocupação “está alta, está boa. A gente não está sentindo efeito negativo [da crise], porque está sendo compensado pelo turista brasileiro e sul-americano”.

A pesquisa indica também que a ocupação média para o carnaval alcançou 92,43% na capital fluminense. Os bairros do Flamengo e Botafogo concentram a maior procura (97,50%), seguidos pelo centro da cidade, com 96,45%. Segundo Michel, a expectativa é atingir entre 96% e 97% até o final do carnaval.

A professora de jovens e adultos Cida Abreu, formada pelo Instituto Paulo Freire, é uma das turistas nacionais que frequenta o carnaval do Rio de Janeiro. Ela veio de Brasília com a família, para brincar nos blocos de rua.

“Não dá para deixar de vir ver o carnaval do Rio de Janeiro. Principalmente agora que o governo está investindo no carnaval de rua, que é um carnaval familiar. E a gente que tem filhos adolescentes, tem muitos amigos no Rio, vem sempre para passar o carnaval com os amigos e curtir o carnaval de rua”.

Michel informou que na Região dos Lagos, a ocupação dos hotéis está aquecida. Já na serra fluminense, ainda existem vagas, porque a região, “não tem tanto apelo para carnaval”.

Fonte: Agência Brasil

 
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Publicado por em 18/02/2012 em simex, simexweb

 

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Oil and gas production grows in Brazil

Oil extraction reached 2.13 million barrels per day in June. Natural gas extraction reached 67.3 million cubic metres.

Brazilian oil production reached 2.13 million barrels per day in June, representing an increase of 3.2% over May and of 4.2% when compared with June of last year. The figures were disclosed today (1st) by the National Petroleum, Natural Gas and Biofuel Agency (ANP).

Natural gas production at national fields reached 67.3 million cubic metres, a 0.9% increase over May and a 6.9% increase over June of last year.

According to ANP, the combined output of the two items reached 2.56 million barrels of oil equivalent per day, as against 2.49 million in May.

The agency informed that in June, 307 concessions were operated by 25 companies. Of these, 82 are offshore concessions and 225 are onshore ones.

Out of the 307 concessions, ten are exploratory and produced by means of long-term testing, and 11 are for fields tendered with marginal accumulations.

Agência Brasil / ANBA
 
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Publicado por em 02/08/2011 em simex, simexweb

 

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Indústria perde mercado externo, aponta CNI

Praticamente metade das empresas exportadoras brasileiras perdeu participação no mercado em 2010. A Sondagem Especial Exportações Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na segunda-feira, 1º de agosto, revela que 48% delas sofreram redução no mercado externo e deixaram de exportar no ano passado. Nas pequenas empresas, o índice chegou a 55%.

Diminuiu também a participação das vendas externas no faturamento das empresas exportadoras. Segundo a pesquisa, realizada entre 31 de março e 14 de abril de 2011, com 1.569 empresas de todo o país, essa participação alcançou 20% em 2010, contra 26% em 2008, quando foi feito o último levantamento.

“Essa redução é explicada pela baixa rentabilidade das vendas externas, prejudicada pelo real valorizado e pelo mercado externo desfavorável, sobretudo na comparação com o mercado doméstico”, diagnostica o estudo.

O gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, reforçou que a apreciação do real agravou o quadro. “Aos problemas sistêmicos, como custo tributário, infraestrutura precária, baixa qualidade da educação, crédito caro, somou-se a valorização cambial, que encolheu ainda mais o mercado”, completou.

Leia mais:

Indústria perde mercado externo, aponta CNI | Notícias | Sebrae.

 
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Publicado por em 02/08/2011 em simex, simexweb

 

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Projeto do Google conectará pequenas empresas à internet

Da Agência SEBRAE

Pesquisa recente da consultoria McKinsey Global Institute mostra que as empresas que utilizam a web nos negócios conseguem aumentar a produtividade em até 10%, e têm mostrado taxas de crescimento até duas vezes maiores em relação àquelas que não possuem.

Para ajudar a conectar os mais de 5 milhões de pequenos empreendimentos à internet, o Google lançou nesta quarta-feira (15), em parceria com o Sebrae, a HP (empresa multinacional de tecnologia) e a Yola (empresa de serviços de hospedagem e design de websites), o projeto Conecte Seu Negócio, que pretende facilitar e ampliar a entrada de empresários de todo Brasil no mundo web.

Como parte do lançamento, o Google oferecerá domínios grátis aos primeiros cinco mil inscritos – promoção válida para a primeira anuidade. Além disso, o programa contempla a criação, o design e a hospedagem do website de forma gratuita. Após o site ser criado, os empresários receberão créditos em Google AdWords – solução de publicidade on line – para promover seu site na internet.

“Acreditamos que a oferta de ferramentas que ajudam no investimento inicial de construção de um site será um grande estímulo para os mais de cinco milhões de empresários brasileiros que buscam expandir seus negócios on line. Nosso objetivo é mostrar a esses empreendedores que a Internet é um ambiente muito rico em oportunidade, com bom retorno sobre os investimentos,” afirma Fabio Coelho, Presidente do Google Brasil.

O Sebrae irá estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no meio digital, com a produção de material educacional e treinamentos por webinars, além de todo o suporte necessário no canal oficial do projeto.

“O Sebrae está presente em todos os estados e no Distrito Federal. Vamos utilizar nosso conhecimento e capilaridade para levar essa iniciativa a todo o País, mostrando que a Internet é uma ferramenta de inovação que fortalece os micro e pequenos negócios,” afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Como participar

A partir do site www.conecteseunegocio.com.br, o empresário pode checar se o domínio desejado está disponível. Feito isso, basta registrar a empresa por meio do CPF/CNPJ e preencher o formulário com os dados. Começa então a fase da construção do website: com o uso da ferramenta da parceira Yola, o usuário poderá escolher diversas opções de layout, formatação de página, inserir fotos e o conteúdo. A ferramenta possibilita a criação de e-commerce, quando necessário.

E para ter uma boa infraestrutura do projeto on line, o usuário conta com um pacote especial da HP na oferta de computadores (desktops e notebooks), impressoras e monitores. “A HP acredita no grande potencial de crescimento das pequenas e médias empresas no Brasil e iniciativas como a do Google promovem a inserção destes negócios no mundo virtual”, disse Eduardo Brach, diretor de Vendas PSG para SMB.

Serviço

Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851/ 3243-7852/ 9977-9529

Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

www.agenciasebrae.com.br

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Publicado por em 27/07/2011 em simex, simexweb

 

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Decisão da UE prejudica exportação brasileira

Comissário europeu do Comércio afirmou que o Brasil será excluído do Sistema Geral de Preferências. Se isso ocorrer, País perderá mercado para manufaturados, dizem analistas.

Vai ficar mais difícil exportar produtos manufaturados para a União Europeia. O comissário europeu de Comércio, Karel de Gucht, disse segunda-feira (18) que o Brasil será excluído do Sistema Geral de Preferências (SGP) porque não é um “país pobre”. O SGP garante redução ou isenção de taxas para produtos feitos em países em desenvolvimento exportados para nações desenvolvidas. Como, para a UE, o Brasil não precisa mais deste tipo de incentivo, o bloco pode retirar o benefício. Isso pode ser feito a qualquer momento, mas ele indicou que será a partir de 2014.

Gucht afirmou que o Brasil se qualifica como um país de renda média e não precisa mais do SGP, que beneficia cerca de 10% das exportações brasileiras à UE. No primeiro semestre, a UE foi o terceiro maior mercado comprador de produtos brasileiros, atrás da Ásia e da América Latina. Dos US$ 118,3 bilhões exportados no período, o bloco foi responsável por 21,6%, ou US$ 25,5 bilhões.

Leia mais:

Agência de Notícias Brasil Árabe – Decisão da UE prejudica exportação brasileira.

 
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Publicado por em 21/07/2011 em simex, simexweb

 

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Multinacionais adotam estratégias para suprir falta de profissionais no Brasil, diz jornal

A falta de profissionais qualificados para suprir as necessidades das empresas em meio ao atual boom econômico brasileiro vem levando companhias multinacionais a adotar medidas extraordinárias para conseguir contratar de acordo com suas necessidades, segundo afirma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário americano The Wall Street Journal.

Segundo o jornal, para compensar a escassez de talentos muitas empresas “estão reforçando seus programas de estágios, gastando mais com treinamento e salários e trazendo trabalhadores de mercados em retração”.

Leia mais: 
BBC Brasil – Notícias – Multinacionais adotam estratégias para suprir falta de profissionais no Brasil, diz jornal
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Publicado por em 27/06/2011 em simex, simexweb

 

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“Plano Nacional de Cultura Exportadora” quer mais estados do Brasil exportando

Embora continuem crescendo, e batendo sucessivos recordes, as exportações brasileiras estão concentradas em poucos estados da federação. Para se ter uma ideia, vale lembrar que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro respondem por 50% de tudo que o Brasil vende para o mundo.

O governo, em conjunto os governos estaduais e entidades federais que atuam na comércio exterior, quer mudar esse perfil, informa a secretária de Comércio do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres.

Plano

Para isso, está sendo montado o Plano Nacional de Cultura Exportadora. O objetivo é aumentar a participação de todos os estados no comércio exterior brasileiro, especialmente aqueles que correspondem a menos de 1% do total vendido pelo país.

De acordo com ela, 14 estados brasileiros estão nessa situação: Alagoas, Ceará, Pernambuco, Amazonas, Amapá, Rondônia, Tocantins, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Sergipe, Piauí, Acre e Roraima.

Só para citar dois exemplos, de janeiro a maio deste ano, Roraima exportou o equivalente a US$ 8 milhões, o que representou 0,01% das vendas externas do país no período. Pernambuco, o estado mais rico do Nordeste, exportou US$ 423 milhões ou 0,45% dos US$ 96,6 bilhões que o Brasil vendeu para o mundo nos cinco primeiros meses de 2011.

Meta

O principal objetivo do plano é desenvolver e difundir a cultura exportadora nos estados, com a capacitação de gestores públicos, empresários e profissionais de comércio exterior.

A secretária de Comércio do MDIC informou que o plano visa ainda o aumento da base exportadora entre as micros, pequenas e médias empresas brasileiras, que hoje respondem por 5,1 % das vendas externas do país.

Recentemente, Tatiana Lacerda esteve na Subcomissão Temporária de Avaliação Política Fiscal da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, onde fez uma análise do desempenho da balança comercial brasileira nos primeiros cinco meses do ano e falou sobre as linhas gerais do Plano Nacional da Cultura Exportadora.

Desempenho

Sobre o comportamento do comércio exterior nos cinco primeiros meses de 2011, ela chamou a atenção para os resultados recordes no período para os valores das exportações (US$ 94,616 bihões), importações (US$ 86,058 bilhões) e corrente comercial (US$ 180,674 bilhões. O superávit comercial totalizou US$ 8,558 bilhões, um crescimento de 51% na comparação com janeiro a maio do ano passado.

Fonte: ANBA

 
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Publicado por em 21/06/2011 em simex, simexweb

 

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